Save handmade
http://www.buyhandmade.org/
"Dar um presente artesanal é evitar a espera nas filas nas grandes lojas e nos shoppings mas também é algo que possui um significado muito maior. Quem compra presentes artesanais tem a satisfação de apoiar diretamente o trabalho de um artista ou artesão. Já quem recebe, ganha algo único, feito com carinho e atenção que podem ser sentido e vistos no próprio produto. Um presente artesanal é o resultado de talento e dedicação, fatores que estão ausentes nos produtos provenientes da fabricação em massa/ industrial".
(tradução livre de texto do site do movimento Buy Handmade - por Andrea Superziper)
Suzana Santos Rossi. Todos os direitos reservados©
http://www.flickr.com/photos/suzanacruz/2075203589/
FEIRAS ONDE ME ENCONTRAR
Terreiro do Paço, Lisboa, Portugal
Feira de artesanato, todos os fins-de-semana
craft fair, every weekends
feria de artesanías todos los fines de semana
fira d'artesanies tots els caps de setmana
messe für kunsthandwerk all week-end
beurs van ambachten de hele week-end
messujen käsityöt koko viikon loppuun
fiera di artigianato tutti i week-end
équitable de l'artisanat tous les week-end







Feira de artesanato, todos os fins-de-semana
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beurs van ambachten de hele week-end
messujen käsityöt koko viikon loppuun
fiera di artigianato tutti i week-end
équitable de l'artisanat tous les week-end






Pulseiras forradas a tecido
8.00 VENDIDA
4.00 VENDIDA
7.50 VENDIDA
7.50 VENDIDA
7.50 VENDIDA
7.50 VENDIDA
7.50 VENDIDA
7.50 VENDIDA
7.50 VENDIDA
7.50 VENDIDA
7,50 VENDIDA
7.50 VENDIDA
10.00 VENDIDA
7.50 VENDIDAS
Malas com pegas
Malas waspinia

Preço 39.00 VENDIDA
Mala em juta e renda
Com forro duplo e entretela
Preço 39.00 VENDIDA
Mala de juta com forro duplo e entretela
As asas podem-se tirar pelos parafusos e usar noutra mala

Preço 39.00 VENDIDA
Exterior em bombazine fina e interior em algodao
Mala de chita de Alcobaça
Interior igual ao da mala anterior
Interfacing grosso
Bicos de pato
Flores de croché
Manual de découpage
SOBRE A DÉCOUPAGE
Découpage, é o efeito decorativo que se obtém através do recorte e colagem de papéis sobre uma superfície. Pode ser complementada com efeitos pictóricos, aplicação de folha de ouro, técnicas de envelhecimento e muitas outras. Depois de múltiplas camadas de verniz, ou laca, o resultado chega a confundir-se com uma pintura.
A palavra em si, significa o acto de recortar. É uma palavra francesa que deriva do verbo "découper".
Teve uma vasta difusão na Veneza do séc. XVII quando se tornou moda imitar a laca oriental chinesa e japonesa que, com o contributo dos navegadores portugueses, chegava à Europa revestindo móveis e pequenos objectos maravilhosamente trabalhados e brilhantes, porém de preços altíssimos e quantidades limitadas.
Os artesãos venezianos logo trataram de os imitar, copiando e recortando estampas orientais que colavam nos móveis da sua própria produção e que depois eram protegidos por uma laca similar à do fabrico chinês. O seu método ficou conhecido como "arte povera" ou "lacca contrafatta".
(ver fotos, album "Estilos")
No séc. XVIII, esta técnica difunde-se em França e a própria raínha Marie Antoinette deleitava-se na arte de recortar, em alegres serões com as damas da corte. Foi deste modo que muitos desenhos originais de artistas famosos tais como Fragonard, Boucher, Watteau, foram "elegantemente" colados (!) em armários, caixas de chapéus, suportes de peruca e outros objectos de toilette.
Também teve uma grande difusão em Inglaterra onde foi criado o estilo "Print Room" que consistia na decoração de paredes das casas pertencentes às senhoras mais ricas da Época Victoriana (1837-1901). Embelezavam-nas com frisos e figuras que elas entusiasticamente recortavam e colavam.
(ver fotos, album "Estilos")
Outros praticantes famosos foram Madame de Pompadour, Lord Byron e, mais recentemente, Matisse e Picasso.
Muita da beleza dos objectos decorados com a técnica da découpage deve-se à criteriosa escolha das imagens, à habilidade e paciência no recorte e ainda à fantasia de quem realiza o trabalho.
No séc. XIX dá-se um declíneo na découpage, mas nestes últimos anos ela ressurgiu e voltou a ser um tema actual, um pouco pelo mundo fora. Em Portugal, existe um interesse crescente nesta matéria apesar da escassa literatura na língua nacional.
De qualquer forma, através desta arte, é possível recuperar inúmeros objectos que o tempo já havia posto de parte: velhos móveis, objectos em lata, alumínio ou esmalte e tantos outros que neste momento são chamados "trastes" e se encontram esquecidos na nossa arrecadação.
Découpage, é o efeito decorativo que se obtém através do recorte e colagem de papéis sobre uma superfície. Pode ser complementada com efeitos pictóricos, aplicação de folha de ouro, técnicas de envelhecimento e muitas outras. Depois de múltiplas camadas de verniz, ou laca, o resultado chega a confundir-se com uma pintura.
A palavra em si, significa o acto de recortar. É uma palavra francesa que deriva do verbo "découper".
Teve uma vasta difusão na Veneza do séc. XVII quando se tornou moda imitar a laca oriental chinesa e japonesa que, com o contributo dos navegadores portugueses, chegava à Europa revestindo móveis e pequenos objectos maravilhosamente trabalhados e brilhantes, porém de preços altíssimos e quantidades limitadas.
Os artesãos venezianos logo trataram de os imitar, copiando e recortando estampas orientais que colavam nos móveis da sua própria produção e que depois eram protegidos por uma laca similar à do fabrico chinês. O seu método ficou conhecido como "arte povera" ou "lacca contrafatta".
(ver fotos, album "Estilos")
No séc. XVIII, esta técnica difunde-se em França e a própria raínha Marie Antoinette deleitava-se na arte de recortar, em alegres serões com as damas da corte. Foi deste modo que muitos desenhos originais de artistas famosos tais como Fragonard, Boucher, Watteau, foram "elegantemente" colados (!) em armários, caixas de chapéus, suportes de peruca e outros objectos de toilette.
Também teve uma grande difusão em Inglaterra onde foi criado o estilo "Print Room" que consistia na decoração de paredes das casas pertencentes às senhoras mais ricas da Época Victoriana (1837-1901). Embelezavam-nas com frisos e figuras que elas entusiasticamente recortavam e colavam.
(ver fotos, album "Estilos")
Outros praticantes famosos foram Madame de Pompadour, Lord Byron e, mais recentemente, Matisse e Picasso.
Muita da beleza dos objectos decorados com a técnica da découpage deve-se à criteriosa escolha das imagens, à habilidade e paciência no recorte e ainda à fantasia de quem realiza o trabalho.
No séc. XIX dá-se um declíneo na découpage, mas nestes últimos anos ela ressurgiu e voltou a ser um tema actual, um pouco pelo mundo fora. Em Portugal, existe um interesse crescente nesta matéria apesar da escassa literatura na língua nacional.
De qualquer forma, através desta arte, é possível recuperar inúmeros objectos que o tempo já havia posto de parte: velhos móveis, objectos em lata, alumínio ou esmalte e tantos outros que neste momento são chamados "trastes" e se encontram esquecidos na nossa arrecadação.
Découpage clássica
Hoje em dia destacam-se dois tipos de Découpage que pouco diferem um do outro:
A "Técnica do guardanapo" que se descreve mais abaixo e a "Découpage clássica" que compreende a colagem de todo o tipo de imagens, sejam elas fotografias, postais ilustrados, selos, etiquetas, figuras de papel de embrulho, de revistas, etc. Algumas lojas de pintura artística que vendem os guardanapos também possuem outro tipo de papéis, próprios para découpage clássica, de onde se destacam os motivos victorianos, motivos orientais, reproduções de pinturas famosas e tantos outros.
No caso das fotografias e postais ilustrados, pela sua espessura, convêm utilizar fotocópia dos mesmos. A fotocópia a cores é o grande recurso da nova découpage. Permite usar qualquer tipo de imagem com a vantagem de a poder reduzir ou aumentar de acordo com as necessidades. No caso de imagens ou fotos a preto e branco, é recomendável reproduzi-las na fotocopiadora a cores já que apresenta uma qualidade infinitamente superior à simples máquina a preto e branco.
Para além da fotocopiadora, outra fonte geradora de imagens é o nosso computador. Basta procurar na internet e imprimir a lazer. Se a impressora não for a lazer, a imagem pode descolorar em contacto com a cola, convém fotocopiar. O mesmo se aconselha para imagens retiradas das revistas, são superfícies patinadas que podem alterar pelo mesmo motivo.
Aqui fica um exemplo de como ajustar o tamanho da fotocópia às nossas necessidades:
A imagem mede 18 cm de comprimento e precisamos apenas de 15 cm. Vamos dividir os 15 que nós queremos pelos 18 da imagem. O resultado obtido, multiplica-se por 100
15 : 18 = 0,833 X 100 = 83,3%
Portanto, vamos mandar reduzir a imagem para apenas 83% do tamanho original da figura. Convém fazer notar que grandes ampliações ou reduções podem implicar numa perda de qualidade das figuras.
Principais diferenças entre a Découpage clássica e a Técnica do guardanapo
1. Espessura do papel
Pelas razões acima descritas. A découpage clássica compreende a colagem de todo o tipo de imagens, sejam elas fotografias, postais ilustrados, selos, etiquetas, figuras de papel de embrulho, de revistas, etc. O papel dos guardanapos é extremamente delicado e requer muito cuidado no seu manuseamento.
Retirado e um blog que não me lembro qual.
Hoje em dia destacam-se dois tipos de Découpage que pouco diferem um do outro:
A "Técnica do guardanapo" que se descreve mais abaixo e a "Découpage clássica" que compreende a colagem de todo o tipo de imagens, sejam elas fotografias, postais ilustrados, selos, etiquetas, figuras de papel de embrulho, de revistas, etc. Algumas lojas de pintura artística que vendem os guardanapos também possuem outro tipo de papéis, próprios para découpage clássica, de onde se destacam os motivos victorianos, motivos orientais, reproduções de pinturas famosas e tantos outros.
No caso das fotografias e postais ilustrados, pela sua espessura, convêm utilizar fotocópia dos mesmos. A fotocópia a cores é o grande recurso da nova découpage. Permite usar qualquer tipo de imagem com a vantagem de a poder reduzir ou aumentar de acordo com as necessidades. No caso de imagens ou fotos a preto e branco, é recomendável reproduzi-las na fotocopiadora a cores já que apresenta uma qualidade infinitamente superior à simples máquina a preto e branco.
Para além da fotocopiadora, outra fonte geradora de imagens é o nosso computador. Basta procurar na internet e imprimir a lazer. Se a impressora não for a lazer, a imagem pode descolorar em contacto com a cola, convém fotocopiar. O mesmo se aconselha para imagens retiradas das revistas, são superfícies patinadas que podem alterar pelo mesmo motivo.
Aqui fica um exemplo de como ajustar o tamanho da fotocópia às nossas necessidades:
A imagem mede 18 cm de comprimento e precisamos apenas de 15 cm. Vamos dividir os 15 que nós queremos pelos 18 da imagem. O resultado obtido, multiplica-se por 100
15 : 18 = 0,833 X 100 = 83,3%
Portanto, vamos mandar reduzir a imagem para apenas 83% do tamanho original da figura. Convém fazer notar que grandes ampliações ou reduções podem implicar numa perda de qualidade das figuras.
Principais diferenças entre a Découpage clássica e a Técnica do guardanapo
1. Espessura do papel
Pelas razões acima descritas. A découpage clássica compreende a colagem de todo o tipo de imagens, sejam elas fotografias, postais ilustrados, selos, etiquetas, figuras de papel de embrulho, de revistas, etc. O papel dos guardanapos é extremamente delicado e requer muito cuidado no seu manuseamento.
Retirado e um blog que não me lembro qual.
Alfinetes
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